O que eu sentia, o que eu soube. Nunca transpareceu no que eu mostrava...

Um cigarro a mais após o penúltimo, como uma promessa que nunca será cumprida. Ainda me pergunto por que perder tanto tempo com palavras sem sentido. Se não penso, não as escrevo. Se não as escrevo, não as esqueço. Todos ocupados, e com muita pressa para dar atenção à esta sandice. O papel certamente há de compreender. Que o tempo passa, todos seguem e eu fico. Permaneço aqui, lutando constantemente em uma batalha que não posso vencer. Pois essa é minha vontade. E não há como roubar isso de mim. E os versos daquela bela canção, ressoando em minha mente doentia... De sonhos e pesadelos.

You labeled me, I'll label you
So I dub the unforgiven...