Foi somente hoje que ela, enquanto entrava no
trólebus pelo terceiro dia consecutivo destino ao centro, percebeu que sempre escolhera o encosto do banco virado
para o lado oposto.
Talvez eu goste de ser puxada para trás a todo o tempo, pensou rapidamente. Ou quem sabe isso não signifique absolutamente nada, além de uma mais escolha patética. Muitas pessoas preferem não sentar nesse lugar. Muitas pessoas preferem não viajar de costas para o caminho. Mas é preferível para ela que seja assim, já que no fim tudo o que consegue é se arrastar para a linha de partida... mais uma vez.