Sempiterno

Vinde aqui aquele estranho ódio de tudo. Mais uma vez sugando a índole, a vontade, os pensamentos. Bem vindo seja, novamente. Roçando pelo chão cada sorriso verdadeiro, imaculado por boas circunstâncias. Senta-te em tua velha cadeira e diga-nos que está orgulhoso do escorrer de lágrimas que presenciaste a pouco. Surdo às palavras humanas, faça-os agirem como insanos, esfarrapados de desgosto. Tão fajuto quanto faceto este seu riso esconso. Sua clareza está em cada visita. Ademanes para aqueles que percebem sua ausência, pois sabem que um dia estarás de volta. Pobres bastardos aqueles que não lhe recebem como eu.