Não é de sempre que deixo a ira me dominar por muito tempo. Se não tenho aquele alguém que me faz esquecer dos infortúnios, opino para a música. Mas quando não posso fazer barulho, apelo para a ilustração. O engraçado é que nunca consigo pensar em mais nada, e acabo desenhando essa árvore. Árvore da Morte, como a chamo. Não é tão bela como qualquer árvore; está tão cheia de raiva que perdeu todas as suas folhas e agora não passa de um pedaço de madeira petrificado. A forca... bem, a forca representa o castigo que eu gostaria de aplicar nesses malditos motivos de aversão, em tudo isso que eu gostaria de matar, mas não posso.