Ao longo do caminho de volta, ela encontra um caderno. Capa em coro encanecido, páginas amarelas, grafadas em preto com uma legível caligrafia. Após correr para casa, refestelou-se em sua confortável poltrona, abrindo o pequeno livro em sua primeira lauda:
“Consigo fazer qualquer coisa melhor. Nunca fui de escrever com freqüência, nem quando passei meses no xadrez, vendo o Sol nascer quadrado. Três anos nessa brincadeira e minha cabeça se transformou em um grande arquivo, cheio de memórias. Uma ou duas são boas, mas essas são fáceis de rasgar e jogar fora. As que pretendo reciclar são diferentes.”