O que pareço ser é a proteção daquilo que eu não quero que vejam.

Esqueço de morrer quando o fim do dia chega.
Na manhã seguinte, ofego de raiva por ainda ser capaz de acordar.

Aqui estou eu de pé outra vez, mais viva que uma bactéria.
E por que eu ainda respiro?

Talvez porque eu ainda gosto de lembrar que me odeio.